A Eucaristia faz a Igreja

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Sementes de Evangelho – Ano A

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Catequeses para a Iniciação Cristã dos Adultos

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A Celebração do Sacramento da Penitência

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Composições Sacras: Mário de Sousa Santos

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Espiritualidade do Advento

» Download do texto em PDF 1.    Ano civil e ano litúrgico O ano litúrgico tem exactamente a mesma duração do ano civil: 365 ou 366 dias. Mas um e outro são diferentes na sua organização…, e mais ainda nas respectivas finalidades. Acerca do primeiro escreveu Paulo VI: «A celebração do ano litúrgico tem valor e eficácia sacramental para o progresso da vida cristã. É isto mesmo que Nós próprio sentimos e professamos» (“Motu próprio” que aprovou as “Normas gerais sobre o ano litúrgico e o novo calendário romano”).

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Jornadas Pastorais dos Diáconos de Portugal

As Jornadas Pastorais dos Diáconos de Portugal têm como tema ‘O Diaconado e a Liturgia’, e vai ser apresentado por D. José Cordeiro, bispo de Bragança-Miranda, a 1 de dezembro, na Casa de Nossa Senhora do Carmo, em Fátima, a partir das 10h00. Segundo o programa, a Jornada dos Diáconos de Portugal prevê espaço para o diálogo e termina após a Eucaristia que começa às 17h00.

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A propósito da tradução litúrgica de uma palavra do Salmo 47 (46)

Tenho reparado na tradução de um dos versículos do salmo responsorial (Salmo 46) que se canta na Missa da Ascensão do Senhor: “…o Senhor, o Altíssimo, é terrível”. Verifico que o mesmo Salmo 46 aparece, com essa mesma tradução, noutros cânticos litúrgicos dos Padres Manuel Luís, Fernandes da Silva, Ferreira dos Santos, Carlos Silva. Mas encontrei algumas honrosas/felizes excepções, onde a palavra “terrível”, é assim substituída: “… o Senhor, o Altíssimo, é Sublime”, “… o Senhor é “excelso” e “portentoso”. Consultando um dicionário verifico que à palavra “terrível” são atribuídos os significados seguintes: “que inspira terror”; “medonho”; “assustador”; “extraordinário”; “grande”; “forte”; “violento”; “muito mau”. Com excepção de três destes significados, todos os demais são desagradáveis de ouvir, pelo sentido negativo que a palavra “terrível” inspira, se aplicada a Deus, que é “bondade”, “amor” e “misericórdia”. Então parece-me uma grande contradição continuarmos a cantar que “… o Senhor, o Altíssimo, é terrível” e, por isso, parece-me razoável que no Salmo 46 fosse substituída a palavra “terrível” por uma das que apontei atrás: “sublime”, “excelso”, “portentoso” ou outra de significado semelhante.

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