Liturgia diária

Agenda litúrgica

2017-10-15

DOMINGO XXVIII DO TEMPO COMUM

Verde – Ofício do domingo (Semana IV do Saltério). Te Deum.
+ Missa própria, Glória, Credo, pf. dominical.

L 1 Is 25, 6-10a; Sal 22 (23), 1-3a. 3b-4. 5. 6
L 2 Filip 4, 12-14. 19-20
Ev Mt 22, 1-14 ou Mt 22, 1-10

* Proibidas as Missas de defuntos, excepto a exequial.
* Na Ordem dos Carmelitas Descalços – S. Teresa de Jesus, virgem e doutora da Igreja – SOLENIDADE
* Nas Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor – Santíssimo Redentor, Titular da Congregação – SOLENIDADE
* Na Diocese de Angra (Sé) – I Vésp. do aniversário da Dedicação da Igreja Catedral.
* II Vésp. do domingo – Compl. dep. II Vésp. dom.

Lembrar aos fiéis que, no próximo domingo, o ofertório é para as Missões.

 

Ano A

Missa

 

ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 129, 3-4
Se tiverdes em conta as nossas faltas,
Senhor, quem poderá salvar-se?
Mas em Vós está o perdão, Senhor Deus de Israel.


ORAÇÃO COLECTA
Nós Vos pedimos, Senhor, que a vossa graça
preceda e acompanhe sempre as nossas acções
e nos torne cada vez mais atentos
à prática das boas obras.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I Is 25, 6-10a
«O Senhor preparará um banquete
e enxugará as lágrimas de todas as faces»

O banquete é, com frequência, na Sagrada Escritura, figura da reunião dos homens no reino de Deus. Assim como também hoje se lê em Isaías, aí o banquete é o lugar de encontro de todos os povos, todos eles chamados à comunhão na montanha onde o Senhor habita, o Monte Sião, figura da Igreja de Cristo.

Leitura do Livro de Isaías
Sobre este monte, o Senhor do Universo há-de preparar para todos os povos um banquete de manjares suculentos, um banquete de vinhos deliciosos: comida de boa gordura, vinhos puríssimos. Sobre este monte, há-de tirar o véu que cobria todos os povos, o pano que envolvia todas as nações; destruirá a morte para sempre. O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces e fará desaparecer da terra inteira o opróbrio que pesa sobre o seu povo. Porque o Senhor falou. Dir-se-á naquele dia: «Eis o nosso Deus, de quem esperávamos a salvação; é o Senhor, em quem pusemos a nossa confiança. Alegremo-nos e rejubilemos, porque nos salvou. A mão do Senhor pousará sobre este monte».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 6cd)
Refrão: Habitarei para sempre na casa do Senhor. Repete-se

O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma. Refrão

Ele me guia por sendas direitas
por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo
me enchem de confiança. Refrão

Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça
e o meu cálice transborda. Refrão

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre. Refrão


LEITURA II Filip 4, 12-14.19-20
«Tudo posso n’Aquele que me conforta»

A experiência da prisão serviu a São Paulo para ele sentir mais profundamente que Cristo era tudo na vida; e por isso, ao mesmo tempo que agradece aos destinatários da sua carta o que eles lhe tinham enviado, afirma que em Cristo encontra toda a sua força e confiança.

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses
Irmãos: Sei viver na pobreza e sei viver na abundância. Em todo o tempo e em todas as circunstâncias, tenho aprendido a ter fartura e a passar fome, a viver desafogadamente e a padecer necessidade. Tudo posso n’Aquele que me conforta. No entanto, fizestes bem em tomar parte na minha aflição. O meu Deus proverá com abundância a todas as vossas necessidades, segundo a sua riqueza e magnificência, em Cristo Jesus. Glória a Deus, nosso Pai, pelos séculos dos séculos. Amen.
Palavra do Senhor.


ALELUIA cf. Ef 1, 17-18
Refrão: Aleluia. Repete-se
Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo
ilumine os olhos do nosso coração,
para sabermos a que esperança fomos chamados. Refrão


EVANGELHO – Forma longa Mt 22, 1-14
«Convidai para as bodas todos os que encontrardes»

Uma vez mais, a parábola do banquete serve para simbolizar o reino de Deus. Jesus anuncia aos seus ouvintes que o Evangelho, por eles rejeitado, vai ser anunciado a outros, e, destes, muitos o hão-de aceitar. Não é já a raça de Abraão segundo a carne que há-de encher a sala do banquete, mas todos aqueles que, pela fé, se hão-de tornar filhos de Abraão. A todos os povos se abrem as portas do reino dos Céus.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. Mateus
Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se de novo aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo e, falando em parábolas, disse-lhes: «O reino dos Céus pode comparar-se a um rei que preparou um banquete nupcial para o seu filho. Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não quiseram vir. Mandou ainda outros servos, ordenando-lhes: ‘Dizei aos convidados: Preparei o meu banquete, os bois e os cevados foram abatidos, tudo está pronto. Vinde às bodas’. Mas eles, sem fazerem caso, foram um para o seu campo e outro para o seu negócio; os outros apoderaram-se dos servos, trataram-nos mal e mataram-nos. O rei ficou muito indignado e enviou os seus exércitos, que acabaram com aqueles assassinos e incendiaram a cidade. Disse então aos servos: ‘O banquete está pronto, mas os convidados não eram dignos. Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas todos os que encontrardes’. Então os servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala do banquete encheu-se de convidados. O rei, quando entrou para ver os convidados, viu um homem que não estava vestido com o traje nupcial e disse-lhe: ‘Amigo, como entraste aqui sem o traje nupcial?’. Mas ele ficou calado. O rei disse então aos servos: ‘Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o às trevas exteriores; aí haverá choro e ranger de dentes’. Na ver­dade, muitos são os chamados, mas poucos os esco­lhidos».
Palavra da salvação.


EVANGELHO – Forma breve Mt 22, 1-10
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. Mateus

Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se de novo aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo e, falando em parábolas, disse-lhes: «O reino dos Céus pode comparar-se a um rei que preparou um banquete nupcial para o seu filho. Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não quiseram vir. Mandou ainda outros servos, ordenando-lhes: ‘Dizei aos convidados: Preparei o meu banquete, os bois e os cevados foram abatidos, tudo está pronto: Vinde às bodas’. Mas eles, sem fazerem caso, foram um para o seu campo e outro para o seu negócio; os outros apoderaram-se dos servos, trataram-nos mal e mataram-nos. O rei ficou muito indignado e enviou os seus exércitos, que acabaram com aqueles assassinos e incendiaram a cidade. Disse então aos servos: ‘O banquete está pronto, mas os convidados não eram dignos. Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas todos os que encontrardes’. Então os servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala do banquete encheu-se de convidados».
Palavra da salvação.


ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Aceitai, Senhor,
as orações e as ofertas dos vossos fiéis
e fazei que esta celebração sagrada
nos encaminhe para a glória do Céu.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


ANTÍFONA DA COMUNHÃO Salmo 33, 11
Os ricos empobrecem e passam fome;
mas nada falta aos que procuram o Senhor.

Ou cf. 1 Jo 3, 2
Quando o Senhor Se manifestar,
seremos semelhantes a Ele,
porque O veremos na sua glória.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Deus de infinita bondade,
que nos alimentais com o Corpo e o Sangue do vosso Filho,
tornai-nos também participantes da sua natureza divina.
Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Santo

S. TERESA DE JESUS, virgem e doutora da Igreja

 

 

Martirológio

Memória de Santa Teresa de Jesus, virgem e doutora da Igreja, que, agregada à Ordem das Carmelitas em Ávila, na Espanha, foi mãe e mestra de uma observância mais estrita e concebeu em seu coração um caminho de perfeição espiritual sob a forma de ascensão por degraus da alma até Deus; ao empreender a reforma da sua Ordem, teve de sofrer muitas tribulações, mas tudo suportou com fortaleza invencível; também escreveu livros, em que expõe uma doutrina profunda e o fruto das suas experiências.

 

2.       Em Edessa, na Síria, hoje Sanliurfa, na Turquia, a comemoração de São Barsés, bispo, que, expulso para terras distantes pelo imperador ariano Valente por causa da sua fé católica, finalmente fatigado pelo exílio em três lugares diversos, faleceu num dia desconhecido do mês de Março.

3.       Em Tréveris, na Gália Bélgica, actualmente na Alemanha, São Severo, bispo, que foi discípulo de São Lopo de Troyes, acompanhou São Germano de Auxerre na erradicação da heresia de Pelágio na Bretanha e pregou aos Germanos o Evangelho de Cristo.

4.       Em Kitzingen, na Germânia, também na actual Alemanha, Santa Tecla, abadessa, que, enviada da Inglaterra para auxiliar São Bonifácio, dirigiu o mosteiro de Ochsenfurt e depois o de Kitzingen.

5.       No mosteiro de Trebnitz, na Silésia, hoje na Polónia, o dia natal de Santa Edviges, religiosa, cuja memória se celebra amanhã.

6*.     Em Torres Vedras, cidade de Portugal, o Beato Gonçalo de Lagos, cuja memória se celebra em Portugal no dia vinte e sete de Outubro.

7♦.     Em Hiji, no Japão, o Beato Baltasar Kagayama Hanzaemon e seu filho Tiago, mártires.

8.       Em Nagasáki, também no Japão, Santa Madalena, virgem e mártir, que, no tempo do imperador Yemitsu, foi tão forte de ânimo em fomentar a fé como em suportar o suplício da forca durante treze dias.

9.       Em Valência, na Espanha, o Beato Narciso Basté Basté, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que, aceitando fielmente as palavras de Jesus, em tempo de perseguição contra a fé, pela sua morte passou à vida gloriosa.

10♦.   Em Barajas, perto de Madrid, também na Espanha, o Beato Cipriano Alguacil Torredenaida, religioso da Ordem dos Pregadores e mártir, que, durante a mesma perseguição, consumou gloriosamente o seu combate pela fé.