Liturgia diária

Agenda litúrgica

2017-06-13

TERÇA-FEIRA da semana X

S. António de Lisboa, presbítero e doutor da Igreja,
Padroeiro secundário de Portugal – FESTA
Branco – Ofício da festa. Te Deum.
Missa própria, Glória, pf. Comum dos Santos.

L 1 Sir 39, 8-14 (gr. 6-11); Sal 18 B (19B), 8. 9. 10. 11
Ev Mt 5, 13-19

* Proibidas as Missas de defuntos, excepto a exequial.
* No Patriarcado de Lisboa – S. António de Lisboa, Padroeiro principal da cidade de Lisboa. Em Lisboa – SOLENIDADE; nas outras igrejas do Patriarcado – FESTA
* Na Diocese de Portalegre-Castelo Branco (Titular) – S. António de Lisboa – FESTA
* Na Ordem Franciscana (Convento do Varatojo) e na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos (Convento de Barcelos) – S. António de Lisboa – SOLENIDADE
* Na Congregação do Santíssimo Redentor (Erecção da Província de Lisboa -1962) – S. António de Lisboa – FESTA
* Na Congregação Salesiana – S. António de Lisboa, Padroeiro da Província Portuguesa – FESTA
* Na União Missionária Franciscana – S. António de Lisboa, Padroeiro universal – FESTA
* Na Congregação dos Rogacionistas do Coração de Jesus – Santo António de Lisboa, Padroeiro principal da Congregação – SOLENIDADE
* Na Diocese de Santiago (Cabo Verde) – S. António de Lisboa – MO

 

 

Santo

S. ANTÓNIO DE LISBOA, presbítero e doutor da Igreja

 

 

Martirológio

Memória de Santo António, presbítero e doutor da Igreja, natural de Portugal, que, sendo cónego regular, ingressou na Ordem dos Menores recentemente fundada, para se entregar à propagação da fé entre os povos da África; mas foi na Itália e na França que, exercendo com muito fruto o ministério da pregação, atraiu muita gente à verdadeira doutrina. Escreveu sermões impregnados de doutrina e suavidade e, por ordem de São Francisco, ensinou teologia aos seus irmãos, até que em Pádua partiu deste mundo ao encontro do Senhor. 

 

2.   Na Via Ardeatina, a sete milhas de Roma, Santa Felícula, martir.

3.   Em Alexandria, no Egipto, o Beato Aquileu, bispo, insigne na erudição, na fé, na vida e virtudes.

4.   Em Nicósia, na ilha de Chipre, São Trifílio, bispo, que defendeu vigorosamente a verdadeira fé nicena e, como escreve São Jerónimo, foi o orador mais eloquente do seu tempo e admirável comentador do “Cântico dos Cânticos”.

5.   Nos Abruzos, região da Itália, São Ceteu ou Peregrino, bispo de Amiterno, que, no tempo em que os Lombardos invadiram a região, acusado falsamente de sublevar a cidade, foi por eles condenado à morte e afogado no rio.

6.   Em Alexandria, no Egipto, Santo Eulógio, bispo, célebre pela sua doutrina, a quem o papa São Gregório Magno escreveu várias cartas, escrevendo sobre ele: «Não está longe de mim quem está unido a mim».

7*.   Em Limoges, na Aquitânia, actualmente na França, São Salmódio, eremita.

8*.   No território de Lião, na Gália, também na actual França, São Ramberto, mártir, que, sendo de ilustre família e dotado de nobres virtudes, foi tão odiado por Ebroíno, chefe do palácio real, que este o enviou para o desterro e finalmente o mandou matar com um golpe de lança.

9*.   No vale de Larboust, nos montes Pireneus, também na hodierna França, Santo Aventino, eremita e mártir, que, segundo a tradição, foi morto pelos Mouros.

10.   Em Córdova, na Andaluzia, região da Espanha, São Fândila, presbítero e monge, que, durante a perseguição dos Mouros, no tempo do rei Moamed I, foi decapitado em ódio à fé cristã.

11*.   No mosteiro de Claraval, na Borgonha, região da França, o Beato Gerardo, monge, irmão de São Bernardo, que, apesar da escassa cultura, tinha uma grande inteligência e discernimento espiritual.

12.   Em Hué, no Anam, hoje no Vietnam, os santos Agostinho Phan Viet Huy e Nicolau Bui Viet Thê, mártires, que, depois de terem pisado a cruz, constrangidos pelo terror, quando recuperaram a consciência, desejosos de expiar a sua culpa, pediram imediatamente ao imperador Minh Mang que fossem novamente julgados como cristãos e, por isso, esquartejados vivos num barco, alcançaram as alegrias celestes.

13*.   Em Naumowicze, cidade próxima de Grodno, na Polónia, a Beata Maria Ana Biernacka, mãe de família e mártir, que, no regime de ocupação militar da sua pátria, durante a guerra, se ofereceu aos soldados para substituir sua nora que estava grávida e, imediatamente fuzilada, recebeu a palma gloriosa do martírio.