Liturgia diária

Agenda litúrgica

2018-02-01

QUINTA-FEIRA da semana IV

Verde – Ofício da féria.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).

L 1 1 Reis 2, 1-4. 10-12; Sal 1 Cr 29, 10-11ab. 11c-12ab. 12c-13
Ev Mc 6, 7-13

* Na Diocese de Viana do Castelo – S. Anscário, bispo – MF
* Na Congregação da Missão e na Companhia das Filhas da Caridade – B. Maria Ana Vaillot e Odile Baumgartem, virgens e mártires – MO
* Na Congregação Salesiana – Comemoração de todos os Salesianos defuntos; (Mirandela) – Aniversário da Dedicação da igreja de S. João Bosco – SOLENIDADE
* Na Congregação da Aliança de Santa Maria – I Vésp. da Apresentação do Senhor.

 

Missa

 

ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 105, 47
Salvai-nos, Senhor nosso Deus, e reuni-nos de todas as nações,
para dar graças ao vosso santo nome
e nos alegrarmos no vosso louvor.


ORAÇÃO COLECTA
Concedei, Senhor nosso Deus,
que Vos adoremos de todo o coração
e amemos todos os homens com sincera caridade.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I 1 Reis 2, 1-4.10-12
«Vou seguir o caminho de todos os mortais.
Tem coragem, Salomão, e procede como um homem»

David chega ao fim dos seus dias. À hora da morte dirige as últimas palavras a seu filho Salomão. Tem consciência da missão a que está chamada a sua dinastia, que é a de guardar e transmitir às gerações seguintes as promessas de Deus ao seu povo. Por isso, faz recomendações ao filho, para que ele, por sua vez, as faça aos filhos dele, a fidelidade aos caminhos do Senhor. A história dos homens traz em si a salvação, se o homem a souber entender e ser-lhe fiel.

Leitura do Primeiro Livro dos Reis
Ao aproximar-se o dia da sua morte, David ordenou a seu filho Salomão: «Vou seguir o caminho de todos os mortais. Tem coragem e procede como um homem. Guarda os mandamentos do Senhor, teu Deus. Segue os seus caminhos, cumprindo os seus preceitos, estatutos, normas e decretos, conforme está escrito na Lei de Moisés. Assim serás bem sucedido em todas as tuas obras e empreendimentos e o Senhor cumprirá a promessa que me fez: ‘Se os teus filhos procederem bem e caminharem fielmente na minha presença, com todo o coração e toda a alma, nunca te faltará um descendente no trono de Israel’». David foi fazer companhia a seus pais no sono da morte e foi sepultado na «Cidade de David». O reinado de David sobre Israel durou quarenta anos: em Hebron reinou sete anos e em Jerusalém trinta e três. Salomão sentou-se no trono de seu pai David e a sua realeza consolidou-se firmemente.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL 1 Cr 29, 10-11ab.11c-12ab.12c-13 (R. 12b)
Refrão: Meu Deus, Vós sois o Senhor de todo o universo.Q94;Repete-se

Bendito sejais, Senhor, para todo o sempre,
Deus do nosso pai, Israel.
A Vós, Senhor, a grandeza e o poder,
a honra, a majestade e a glória.Q94;Refrão

Tudo, no céu e na terra, Vos pertence,
sois o Rei soberano de todas as coisas.
De Vós nos vem a riqueza e a glória,
sois Vós o Senhor de todo o universo.Q94;Refrão

Na vossa mão está o poder e a força,
em vossas mãos tudo se afirma e cresce.
Nós Vos louvamos, Senhor, nosso Deus,
e celebramos o vosso nome glorioso.Q94;Refrão


ALELUIA Mc 1, 15
Refrão: AleluiaQ94;Repete-se
Está próximo o reino de Deus:
arrependei-vos e acreditai no Evangelho.Q94;Refrão


EVANGELHO Mc 6, 7-13
«Começou a enviá-los»

Depois de ter indicado, nos capítulos anteriores, em que consiste a missão de Jesus, o Evangelista passa a descrever como esta missão se vai prolongar naqueles que Jesus envia, os “Apóstolos”. ‘Apóstolo’ significa ‘enviado’. O Senhor, que lhes deu aquele nome, envia-os Ele mesmo, com o seu próprio poder, sem outros apoios materiais, para que se compreenda bem que a missão deles não vem dos homens, mas de Deus. Eles serão, no futuro e até ao fim dos tempos, os que hão-de levar a todos os homens a Palavra de Jesus, para que também eles venham a tomar parte no reino de Deus.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo, Jesus chamou os doze Apóstolos e começou a enviá-los dois a dois. Deu-lhes poder sobre os espíritos impuros e ordenou-lhes que nada levassem para o caminho, a não ser o bastão: nem pão, nem alforge, nem dinheiro; que fossem calçados com sandálias, e não levassem duas túnicas. Disse-lhes também: «Quando entrardes em alguma casa, ficai nela até partirdes dali. E se não fordes recebidos em alguma localidade, se os habitantes não vos ouvirem, ao sair de lá, sacudi o pó dos vossos pés como testemunho contra eles». Os Apóstolos partiram e pregaram o arrependimento, expulsaram muitos demónios, ungiram com óleo muitos doentes e curaram-nos.
Palavra da salvação.

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Apresentamos, Senhor, ao vosso altar
os dons do vosso povo santo;
aceitai-os benignamente
e fazei deles o sacramento da nossa redenção.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


ANTÍFONA DA COMUNHÃO Salmo 30, 17-18
Fazei brilhar sobre mim o vosso rosto,
salvai-me, Senhor, pela vossa bondade
e não serei confundido por Vos ter invocado.

Ou Mt 5, 3-4
Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados os humildes,
porque possuirão a terra prometida.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Fortalecidos pelo sacramento da nossa redenção,
nós Vos suplicamos, Senhor,
que, por este auxílio de salvação eterna,
cresça sempre no mundo a verdadeira fé.
Por Nosso Senhor.

 

Martirológio

1.   Na Frígia, na actual Turquia, a comemoração de São Trifão, mártir.

2.   Em Ravena, na actual Emília-Romanha, região da Itália, São Severo, bispo.

3.   Em Saint-Paul-Trois-Châteaux, no território da Gália Vienense, actualmente na França, São Paulo, bispo, de quem a cidade recebeu o nome.

4.   Em Kildare, na Irlanda, Santa Brígida, abadessa, que fundou um dos primeiros mosteiros desta ilha e, segundo a tradição, prosseguiu a obra evangelizadora iniciada por São Patrício.

5*.   Em Aosta, nos Alpes Graios, território da Itália, Santo Urso, presbítero.

6*.   Em Puy-en-Vélay, na Aquitânia, na actual França, Santo Agripano, bispo e mártir, que, ao regressar de Roma, nos confins de Vélay foi assassinado por sequazes dos ídolos.

7*.   Em Metz, na Austrásia, actualmente também na França, São Sigisberto III, rei, que construiu os mosteiros de Stavelot, de Malmédy e muitos outros, e distribuiu esmolas com grande liberalidade às igrejas e aos pobres.

8*.   Em Ciruelos, localidade de Castela-a-Nova, região da Espanha, São Raimundo, abade de Fitero, que fundou a Ordem de Calatrava e foi insigne defensor do cristianismo.

9*.   Em Saint-Malo, cidade da Bretanha Menor, região da França, São João, bispo, homem de admirável austeridade e rectidão, que transferiu para este lugar a sede episcopal de Aleth e recebeu de São Bernardo a orientação para se comportar como bispo pobre, amigo dos pobres e amante da pobreza.

10*.   Em Paris, também na França, o Beato Reinaldo de Orleães, presbítero, que, estando de passagem em Roma, animado pelas palavras de São Domingos entrou na Ordem dos Pregadores, à qual atraiu muitos outros pelo exemplo das suas virtudes e o ardor das suas palavras.

11*.   Em Castelfiorentino, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, a Beata Viridiana, virgem, que viveu reclusa desde a juventude até à velhice.

12*.   Em Pileo, no Lácio, região da Itália, o Beato André dei Cónti di Ségni, presbítero da Ordem dos Menores, que, recusando todas as honras e dignidades, preferiu servir a Cristo na humildade e simplicidade.

13*.   Em Dublin, na Irlanda, os beatos mártires Conor O’Devany, bispo de Down e Connor, da Ordem dos Frades Menores, e Patrício O’Lougham, presbítero, que, no reinado de Jaime I, foram condenados ao suplício da forca pela sua fidelidade à fé católica.

14.   Em Londres, na Inglaterra, Santo Henrique Morse, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que, capturado em várias ocasiões e duas vezes exilado, finalmente no reinado de Carlos I foi novamente encarcerado por ser sacerdote e, depois de ter celebrado a Missa no cárcere, foi enforcado em Tyburn e entregou a sua alma a Deus.

15*.   Em Avrillé, perto de Angers, na França, a paixão das beatas Maria Ana Vaillot e quarenta e seis companheiras[1], mártires, que, na época do terror durante a Revolução Francesa, alcançaram a coroa do martírio.


[1]  São estes os seus nomes: Otília Baumgarten, religiosa; Joana Gruget, Luísa Rallier de la Tertinière, Madalena Perrotin, Maria Ana Pichery e Simona Chauvigné, viúvas; Francisca Pagis, Joana Fouchard, Margarida Rivière, Maria Cassin, Maria Fausseuse, Maria Galard, Maria Gasnier, Maria Joana Chauvigné, Maria Lenée, Maria Leroiy Brevet, Maria Rouault, Petrina Phélipeaux, Renata Cailleau, Renata Martin e Vitória Bauduceau, esposas; Joana, Madalena e Petrina Sailland d’Espinatz, irmãs; Gabriela, Petrina e Susana Androuin, irmãs; Maria e Renata Grillard, irmãs; Ana Francisca de Villeneuve, Ana Hamard, Carla Davy, Catarina Cottanceau, Francisca Bellanger, Francisca Bonneau, Francisca Michau, Jacobina Monnier, Joana Bourigault, Luísa Amata Déan de Luigné, Madalena Blond, Maria Leroy Brevet, Petrina Besson, Petrina Ledoyen, Petrina Grille, Renata Valin e Rosa Quenion.

16.   Em Seul, na Coreia, os santos mártires Paulo Hong Yong-ju, catequista, João Yi Mun-u, que servia os pobres e sepultava os corpos dos mártires, e Bárbara Ch’oe Yong-i, que, seguindo o exemplo dos seus pais e seu esposo, mortos pelo nome de Cristo, como eles foi decapitada com outros cristãos.

17*.   Em Turim, na Itália, a Beata Joana Francisca da Visitação (Ana Michelótti), virgem, que fundou o Instituto das Irmãzinhas do Sagrado Coração, para servirem gratuitamente os enfermos pobres em nome do Senhor.

18*.   Em Cúcuta, cidade da Colômbia, o Beato Luís Variara, presbítero da Sociedade de São Francisco de Sales, que se dedicou com toda a sua energia e diligência a assistir os leprosos e fundou a Congregação das Filhas dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria.