Liturgia diária

Agenda litúrgica

2019-10-07

SEGUNDA-FEIRA da semana XXVII

Nossa Senhora do Rosário – MO
Branco – Ofício da memória.
Missa da memória, pf. de Nossa Senhora.

L 1 Jonas 1,1 – 2,1.11; Sal Jonas 2, 3. 4. 5. 8
Ev Lc 10, 25-37
ou
L 1 Act 1, 12-14; Sal Lc 1, 46-47. 48-49. 50-51. 52-53. 54-55
Ev Lc 1, 26-38

* Na Diocese de Bragança-Miranda – Aniversário da Dedicação da Igreja Catedral (2001). Na Catedral – SOLENIDADE; nas outras igrejas da Diocese – FESTA
* Na Diocese de Portalegre-Castelo Branco – Aniversário da tomada de posse de D. Antonino Eugénio Fernandes Dias.
* Na Ordem de São Domingos – Nossa Senhora do Rosário – FESTA; nos Conventos de Fátima e de Lisboa (Corpo Santo) – SOLENIDADE
* Na Congregação das Missionárias da Caridade – Aniversário da fundação da Congregação (1946).
* Na Congregação das Missionárias Dominicanas do Rosário – Nossa Senhora do Rosário, Titular da Congregação – SOLENIDADE

 

Missa

 

ANTÍFONA DE ENTRADA Est 13, 9.10-11
Senhor, Deus omnipotente, tudo está sujeito ao vosso poder
e ninguém pode resistir à vossa vontade.
Vós criastes o céu e a terra e todas as maravilhas
que estão sob o firmamento.
Vós sois o Senhor do universo.


ORAÇÃO COLECTA
Deus eterno e omnipotente, que, no vosso amor infinito,
cumulais de bens os que Vos imploram
muito além dos seus méritos e desejos, pela vossa misericórdia,
libertai a nossa consciência de toda a inquietação
e dai-nos o que nem sequer ousamos pedir.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I (anos ímpares) Jonas 1, 1 – 2, 1.11
«Jonas levantou-se, para fugir da presença do Senhor»

Jonas, enviado por Deus para pregar a penitência em Nínive, tenta escapar-se e embarca para longe. Lançado ao mar como causador da tempestade que logo surgiu, é tragado pelo monstro marinho. Mas, ora ao Senhor e é salvo. Jesus há-de referir-se a este episódio, aliás simbólico, para fazer dele uma imagem da sua ressurreição (Mt 12, 39-42; 16,4; Lc 11, 29, 32).

Leitura da Profecia de Jonas
A palavra do Senhor foi dirigida a Jonas, filho de Amitai: «Levanta-te e vai à grande cidade de Nínive e anuncia-lhe que a fama da sua malícia chegou à minha presença». Jonas levantou-se, a fim de fugir para Társis, para longe da presença do Senhor. Desceu a Jope, onde encontrou um navio que ia para Társis. Pagou a sua passagem e embarcou, a fim de seguir com os viajantes para Társis, para longe da presença do Senhor. Mas o Senhor fez que soprasse um forte vento sobre o mar e levantou-se uma grande tempestade, a ponto de o navio ameaçar afundar-se. Os marinheiros estavam aterrados e começou cada qual a clamar pelo seu deus. Para aliviarem o navio, deitaram a carga ao mar. Entretanto, Jonas tinha descido ao porão do navio e, deitado, dormia profundamente. O capitão foi ter com ele e disse-lhe: «Como podes dormir? Levanta-te e invoca o teu Deus. Talvez Ele Se lembre de nós e não pereçamos». Os tripulantes disseram uns para os outros: «Vamos deitar sortes, para sabermos quem é o responsável desta desgraça». Deitaram sortes e a sorte caiu sobre Jonas. Então disseram-lhe: «Declara-nos por que motivo nos vem esta desgraça. Qual é a tua profissão? Donde vens? Qual é a tua terra e a que povo pertences?» Jonas respondeu-lhes: «Eu sou hebreu e presto culto ao Senhor, Deus do Céu, que fez o mar e a terra». Então aqueles homens sentiram um grande temor e disseram-lhe: «Que fizeste? – Pelo que Jonas lhes tinha contado, eles sabiam que fugia da presença do Senhor – Que havemos de fazer-te, para que o mar se acalme à nossa volta?». É que o mar tornava-se cada vez mais impetuoso. Jonas disse-lhes: «Agarrai-me e lançai-me ao mar e o mar acalmar-se-á à vossa volta, porque eu sei que é por minha causa que esta grande tormenta caiu sobre vós». Os marinheiros remaram, tentando alcançar a costa, mas em vão, porque o mar se agitava cada vez mais contra eles. Então invocaram o Senhor, dizendo: «Ah, Senhor! Não queremos morrer por causa deste homem; mas não nos torneis responsáveis pela morte dum inocente, porque Vós, Senhor, fareis o que Vos agrada». Pegaram em Jonas e lançaram-no ao mar e o mar acalmou a sua fúria. Aqueles homens começaram a temer muito o Senhor; ofereceram-Lhe um sacrifício e fizeram-Lhe votos. Então o Senhor enviou um grande peixe para engolir Jonas e Jonas ficou nas entranhas do peixe três dias e três noites. Por fim, o Senhor ordenou ao peixe que vomitasse Jonas na praia.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Jonas 2, 3.4.5.8 (R. 7c)
Refrão: Livrastes a minha vida do profundo abismo,
Senhor, meu Deus. Repete-se

Na minha aflição invoquei o Senhor
e Ele respondeu-me.
Da morada dos mortos clamei por socorro
e ouvistes a minha voz. Refrão

Lançastes-me no profundo abismo dos mares
e as ondas me envolveram;
as vossas torrentes e vagas
passaram sobre mim. Refrão

Na minha aflição eu dizia:
«Fui afastado da vossa presença.
Como poderei ainda
voltar a ver o vosso templo santo?» Refrão

Quando minha alma desfalecia,
lembrei-me do Senhor
e a minha oração chegou à vossa presença,
ao vosso templo santo. Refrão


ALELUIA Jo 13, 34
Refrão: Aleluia. Repete-se
Dou-vos um mandamento novo, diz o Senhor:
amai-vos uns aos outros como Eu vos amei. Refrão


EVANGELHO Lc 10, 25-37
«Quem é o meu próximo?»

Nesta parábola se mostra como um estrangeiro entendeu melhor o preceito da caridade fraterna do que os membros do povo de Deus. O próximo está ao nosso lado e não é necessário fazer escolhas para o encontrar. A parábola é ainda um sinal da vocação dos pagãos ao Evangelho. Uma antiga tradição interpreta o bom Samaritano como sendo o próprio Cristo, que Se abeirou de nós, estranhos a Ele, para nos curar.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, levantou-se um doutor da lei e perguntou a Jesus para O experimentar: «Mestre, que hei-de fazer para receber como herança a vida eterna?». Jesus disse-lhe: «Que está escrito na lei? Como lês tu?». Ele respondeu: «Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma, com todas as tuas forças e com todo o teu entendimento; e ao próximo como a ti mesmo». Disse-lhe Jesus: «Respondeste bem. Faz isso e viverás». Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: «E quem é o meu próximo?». Jesus, tomando a palavra, disse: «Um homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos dos salteadores. Roubaram-lhe tudo o que levava, espancaram-no e foram-se embora, deixando-o meio morto. Por coincidência, descia pelo mesmo caminho um sacerdote; viu-o e passou adiante. Do mesmo modo, um levita que vinha por aquele lugar, viu-o e passou também adiante. Mas um samaritano, que ia de viagem, passou junto dele e, ao vê-lo, encheu-se de compaixão. Aproximou-se, ligou-lhe as feridas deitando azeite e vinho, colocou-o sobre a sua própria montada, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte, tirou duas moedas, deu-as ao estalajadeiro e disse: ‘Trata bem dele; e o que gastares a mais eu to pagarei quando voltar’. Qual destes três te parece ter sido o próximo daquele homem que caiu nas mãos dos salteadores?». O doutor da lei respondeu: «O que teve compaixão dele». Disse-lhe Jesus: «Então vai e faz o mesmo».
Palavra da salvação.


ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Aceitai, Senhor, o sacrifício
que Vós mesmo nos mandastes oferecer
e, por estes sagrados mistérios que celebramos,
confirmai em nós a obra da redenção.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


ANTÍFONA DA COMUNHÃO Lam 3, 25
O Senhor é bom para quem n’Ele confia,
para a alma que O procura.

Ou cf. 1 Cor 10, 17
Porque há um só pão, todos somos um só corpo,
nós que participamos do mesmo cálice e do mesmo pão.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Deus todo-poderoso,
que neste sacramento saciais a nossa fome e a nossa sede,
fazei que, ao comungarmos o Corpo e o Sangue do vosso Filho,
nos transformemos n’Aquele que recebemos.
Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Santo

NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

 

 

Martirológio

Memória de Nossa Senhora do Rosário, no dia em que, pela recitação do Rosário ou coroa mariana, se invoca o auxílio da Santa Mãe de Deus, meditando os mistérios de Cristo, tendo por guia aquela que esteve associada de modo singular à Encarnação, Paixão e Ressurreição do Filho de Deus.

 

2.   Em Cápua, na Campânia, região da Itália, São Marcelo, mártir.

3.   Em Pádua, na Venécia, hoje no Véneto, região da Itália, Santa Justina, virgem e mártir.

4.   Em Betsáloe, na Augusta Eufratésia, hoje na Síria, os santos Sérgio e Baco, mártires.

5.   Em Roma, São Marcos, papa, que fundou o título «in Pallacínis», actual igreja de São Marcos, e mandou construir uma basílica no cemitério de Balbina, junto à Via Ardeatina, onde foi sepultado.

6.   Em Bourges, na Aquitânia, hoje na França, Santo Augusto, presbítero e abade, que tinha as mãos e os pés anquilosados de modo que só se apoiava sobre os joelhos e os cotovelos; curado por intercessão de São Martinho, constituiu uma comunidade de monges e dedicou-se ininterruptamente à oração.

7*.   Em Saintes, também na Aquitânia, São Paládio, bispo, que erigiu uma basílica sobre o túmulo de Santo Eutrópio e fomentou na sua cidade episcopal o culto dos santos.

8*.   No mosteiro de Bellafuente, hoje Valparaíso, em Castela e Leão, região da Espanha, o Beato Martinho Cid, abade, que fundou este cenóbio e o agregou à Ordem Cisterciense.

9♦.   Em Arima, no Japão, os beatos mártires Adrião Takahashi Mondo e sua esposa Joana Takahashi; Leão Hayashida Sukeemon, sua esposa Marta Hayashida e seus filhos Madalena Hayashida e Diogo Hayashida; Leão Takedomi Han’emon e seu filho Paulo Takedomi Han’emon.

10*.   Ao largo de Rochefort, na França, o Beato João Hunot, presbítero e mártir, que, por causa da sua condição de sacerdote, na Revolução Francesa foi encerrado num barco-prisão, onde consumou o testemunho da sua fidelidade a Deus.

11♦.   Em Pisa, na Itália, o Beato José Toniolo, pai de família e cooperador salesiano.

12*.   Em Benaguacil, localidade da província de Valência, na Espanha, o Beato José Llosá Balaguer, religioso dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores e mártir, que sofreu o martírio na perseguição contra a fé.

13♦.   Em Sasello, perto de Savona, cidade da Itália, a Beata Clara Badano (Clara “Luz”), jovem do Movimento dos Focolares.