Liturgia diária

Agenda litúrgica

2022-01-01

Sábado: Oitava do Natal do Senhor

SANTA MARIA, MÃE DE DEUS – SOLENIDADE
Branco – Ofício da solenidade. Te Deum.
+ Missa própria, Glória, Credo, pf. de Nossa Senhora.

L1: Num 6, 22-27; Sal 66 (67), 2-3. 5- 6 e 8
L2: Gal 4, 4-7
Ev: Lc 2, 16-21

* Proibidas todas as Missas de defuntos, mesmo a exequial.
* LV Dia Mundial da Paz.
* Na Ordem Hospitaleira de S. João de Deus – Aniversário da aprovação do Instituto da Hospitalidade, mais tarde designado Ordem Hospitaleira (1572).
* Na Congregação dos Padres Marianos da Imaculada Conceição
– Santa Maria, Mãe de Deus, Padroeira do Vicariato Português – SOLENIDADE
* Nas Dioceses de Cabo Verde – Ofertório para a Obra da Santa Infância.
* I Vésp. da Epifania do Senhor – Compl. dep. I Vésp. dom.

 

 

Santo

Santa Maria, Mãe de Deus

 

 

Martirológio

Na Oitava do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo e dia da sua Circuncisão, a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, que no Concílio de Éfeso os Padres aclamaram como Theotókos, porque nela o Verbo Se fez carne e habitou entre os homens o Filho de Deus, príncipe da paz, a quem foi dado o Nome que está acima de todos os nomes.



2.      Em Cesareia da Capadócia, hoje Kayseri, na Turquia, o sepultamento de São Basílio, bispo, cuja memória se celebra amanhã.

3.      Na Campânia e nos Abruzos, regiões da Itália, a comemoração de São Justino, que é celebrado como bispo eminente pelo seu zelo e pela defesa dos cristãos.

4.      Em Roma, Santo Almáquio, que, opondo-se às lutas dos gladiadores, por ordem de Alípio, prefeito da Cidade, foi morto pelos próprios gladiadores e contado entre os mártires vencedores.

5.       No monte Jura, na região da Gália Lionense, actualmente na França, a comemoração de Santo Eugendo, abade do mosteiro de Condat, que desde a adolescência viveu no mosteiro, onde promoveu com grande vigor a vida comum dos monges.

6.       Em Ruspas, cidade da Bizacena, na actual Tunísia, São Fulgêncio, bispo, que, depois de ter sido procurador deste território, abraçou a vida monástica e foi eleito bispo. No tempo da perseguição dos Vândalos, por causa do seu zelo pela fé católica e eminente doutrina, sofreu muito da parte dos arianos e duas vezes foi desterrado pelo rei Trasimundo para a Sardenha. Tendo regressado à sua Igreja, dedicou o resto da sua vida a fortalecer os seus fiéis com a palavra da graça e da verdade.

7*.     Em Vienne, na Borgonha, na actual França, São Claro, abade do mosteiro de São Marcelo, que deu aos monges exemplo insigne da perfeição religiosa.

8*.     Em Troyes, cidade da Nêustria, também na actual França, São Frodoberto, fundador e primeiro abade do mosteiro de Moutier-la-Celle.

9*.          No mosteiro de Fécamp, na Normandia, igualmente na actual França, o passamento de São Guilherme, abade de São Benigno de Dijon, que nos últimos tempos da sua vida orientou com firmeza e prudência muitos monges, distribuídos em quarenta mosteiros.

10.     Próximo de Sauvigny, cidade da Borgonha, também na actual França, o passamento de Santo Odilo, abade de Cluny, que foi sempre rigoroso para consigo mas benigno e misericordioso para com os outros, pacificou em nome de Deus os povos beligerantes e, em tempo de fome, socorreu com todos os meios os necessitados. Foi o primeiro a ordenar que se celebrasse nos seus mosteiros a comemoração de Todos os Fiéis Defuntos no dia seguinte à Solenidade de Todos os Santos.

11.     Em Jabloné, na Boémia, actualmente na Chéquia, Santa Zedislava, mãe de família, que prestou grande conforto aos aflitos.

12*.       Em Gualdo Cattáneo, na Úmbria, actualmente região da Itália, o Beato Hugolino, que viveu como eremita.

13.          Em Roma, São José Maria Tomási, presbítero da Ordem dos Clérigos Regrantes Teatinos e cardeal, que, desejando ardentemente a renovação do culto divino, dedicou quase toda a sua vida à investigação e publicação dos antigos textos e documentos da sagrada Liturgia, assim como à catequese das crianças.

14*.   Em Avrillé, próximo de Angers, na França, os irmãos beatos João e Renato Lego, presbíteros e mártires, que, durante a Revolução Francesa, por se terem recusado a prestar o infame juramento imposto ao clero, foram decapitados na guilhotina.

15.     Em Roma, São Vicente Maria Strámbi, bispo de Macerata e de Tolentino, da Congregação da Paixão, que governou fielmente as dioceses que lhe foram confiadas e, por perseverar na sua fidelidade ao Romano Pontífice, sofreu o exílio.

16*.   Em Hasselt, próximo de Maastricht, na Bélgica, o Beato Valentim Paquay, presbítero da Ordem dos Frades Menores, que, na pregação, no ministério da reconciliação e na devoção ao rosário mariano, deu exemplo admirável de caridade cristã, alcançando, em seu espírito de humildade, a mais sublime santidade.

17*.       Em L’viv, na Ucrânia, São Segismundo Gorazdowski, presbítero, natural da Polónia, que, animado pelo seu grande amor ao próximo, foi precursor das obras para a defesa da vida, fundou o Instituto das Irmãs de São José e se dedicou de todos os modos possíveis ao cuidado dos pobres e dos abandonados.        

18♦.        Em Santander, cidade da Cantábria, no litoral da Espanha, o Beato André Gómez Sáez, presbítero da Sociedade Salesiana e mártir, que, durante a perseguição contra a fé, derramou o seu sangue por Cristo.

19♦.        Em Mirna, na Eslovénia, o Beato Luís Grozde, membro da Acção Católica e mártir, que foi assassinado em ódio à fé sob o regime comunista.

20*.       No campo de concentração de Dachau, nas proximidades de Munique, cidade da Baviera, na Alemanha, o Beato Mariano Konopinski, presbítero e mártir, natural da Polónia, que, depois de suportar cruéis atrocidades dos médicos, morreu por Cristo Senhor.