Liturgia diária
Agenda litúrgica
2025-07-26
Sábado da semana XVI
Santos Joaquim e Ana, pais da Virgem santa Maria – MO
Branco – Ofício da memória.
Missa da memória.
L 1 Ex 24, 3-8; Sl 49 (50), 1-2. 5-6. 14-15
Ev Mt 13, 24-30
ou
L 1 Sir 44, 1. 10-15 (apropriada); Sl 131 (132), 11. 13-14. 17.18
Ev Mt 13, 16-17 (apropriado)
* I Vésp. do domingo – Compl. dep. I Vésp. dom.
Missa
Antífona de entrada Sl 53, 6.8
Deus vem em meu auxílio, o Senhor sustenta a minha vida.
De todo o coração Vos oferecerei sacrifícios,
cantando a glória do vosso nome.
Oração coleta
Sede propício, Senhor, aos vossos servos
e multiplicai neles os dons da vossa graça,
para que, fervorosos na fé, esperança e caridade,
perseverem na fiel observância dos vossos mandamentos.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
LEITURA I (anos ímpares) Ex 24, 3-8
«Este é o sangue da aliança que Deus firmou convosco»
A primeira aliança foi selada junto do Monte Sinai com o sangue das vítimas oferecidas em sacrifício, depois de o povo se ter comprometido a observar a lei. Mas Jesus dar-nos-á o seu Sangue como “Sangue da Nova Aliança”. O sinal é, sem dúvida, muito diferente, mas a realidade por ele significada é a mesma: a aliança que Deus faz com os homens.
Leitura do Livro do Êxodo
Naqueles dias, Moisés veio comunicar ao povo todas as palavras do Senhor e todas as suas leis. O povo inteiro respondeu numa só voz: «Faremos tudo o que o Senhor ordenou». Moisés escreveu todas as palavras do Senhor. No dia seguinte, levantou-se muito cedo, construiu um altar no sopé do monte e ergueu doze pedras pelas doze tribos de Israel. Depois mandou que alguns jovens israelitas oferecessem holocaustos e imolassem novilhos, como sacrifícios pacíficos ao Senhor. Moisés recolheu metade do sangue, deitou-o em vasilhas e derramou a outra metade sobre o altar. Depois, tomou o Livro da Aliança e leu-o em voz alta ao povo, que respondeu: «Faremos quanto o Senhor disse e em tudo obedeceremos». Então, Moisés tomou o sangue e aspergiu com ele o povo, dizendo: «Este é o sangue da aliança que o Senhor firmou convosco, mediante todas estas palavras».
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 49 (50), 1-2.5-6.14-15 (R. 14a)
Refrão: Oferece a Deus sacrifícios de louvor. Repete-se
Falou o Senhor, Deus soberano,
e convocou a terra, do Oriente ao Ocidente.
De Sião, cheia de beleza, Deus refulgiu,
o nosso Deus vem e não Se calará. Refrão
«Reuni os meus fiéis,
que selaram a minha aliança com um sacrifício.
– Os céus proclamam a sua justiça,
o próprio Deus vem julgar. – Refrão
Oferece a Deus sacrifícios de louvor
e cumpre os votos feitos ao Altíssimo.
Invoca-Me no dia da tribulação:
Eu te livrarei e tu Me darás glória. Refrão
ALELUIA Tg 1, 21bc
Refrão: Aleluia Repete-se
Acolhei docilmente a palavra em vós plantada,
que pode salvar as vossas almas. Refrão
EVANGELHO Mt 13, 24-30
«Deixai-os crescer ambos até à ceifa»
A parábola do trigo e do joio vem mostrar-nos que o bem e o mal andarão sempre de mistura, durante os dias desta vida; mas também que Deus nunca abandona este mundo, antes o tem em suas mãos, e, por fim, Ele próprio saberá salvar o bem do meio de todo o mal que, porventura, o envolva. Este julgamento começa agora já, na medida em que a palavra de Deus vai apontando a cada um o caminho da salvação e afastando-o do caminho da perdição.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, Jesus disse às multidões mais esta parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se a um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora. Quando o trigo cresceu e começou a espigar, apareceu também o joio. Os servos do dono da casa foram dizer-lhe: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem então o joio?’. Ele respondeu-lhes: ‘Foi um inimigo que fez isso’. Disseram-lhe os servos: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’. ‘Não! — disse ele — não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo. Deixai-os crescer ambos até à ceifa e, na altura da ceifa, direi aos ceifeiros: Apanhai primeiro o joio e atai-o em molhos para queimar; e ao trigo, recolhei-o no meu celeiro’».
Palavra da salvação.
Oração sobre as oblatas
Senhor nosso Deus,
que levastes à plenitude os sacrifícios da Antiga Lei
no único sacrifício de Cristo,
aceitai e santificai esta oblação dos vossos fiéis,
como outrora abençoastes a oblação de Abel;
e fazei que os dons oferecidos em vossa honra por cada um de nós
sirvam para a salvação de todos.
Por Cristo nosso Senhor.
Antífona da comunhão Cf. Sl 110, 4-5
O Senhor misericordioso e compassivo
instituiu o memorial das suas maravilhas,
deu sustento àqueles que O temem.
Ou: Cf. Ap 3, 20
Eu estou à porta e chamo, diz o Senhor.
Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta,
entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo.
Oração depois da comunhão
Protegei, Senhor, o vosso povo,
que saciastes nestes divinos mistérios,
e fazei-nos passar da antiga condição do pecado
à vida nova da graça.
Por Cristo nosso Senhor.
Santo
Santos Joaquim e Ana, pais da Virgem santa Maria
Martirológio
Memória de São Joaquim e Santa Ana, pais da Imaculada Virgem Mãe de Deus, cujos nomes foram conservados pelas antigas tradições cristãs.
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2. Comemoração de Santo Erasto, que era tesoureiro na cidade de Corinto e se tornou auxiliar no ministério do Apóstolo São Paulo. |
3. No mosteiro de São Bento Pó, próximo de Mântua, na Itália, São Simeão, monge e eremita. |
4*. Em Auch, na Aquitânia, actualmente na França, Santo Austindo, bispo, a quem se deve a construção da catedral, a reforma dos costumes do povo e a edificação da casa de Deus. |
5*. Em Verona, hoje no Véneto, região da Itália, os beatos Evangelista e Peregrino, presbíteros. |
6*. Em Sassoferrato, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, o Beato Hugo de Áctis, monge da Congregação dos Silvestrinos da Ordem de São Bento. |
7*. Em San Severino, também na região das Marcas, a Beata Camila Gentíli, mártir, que foi assassinada pelo seu ímpio esposo. |
8*. Em Gateshead, próximo de Newcastle-on-Tyne, na Inglaterra, o Beato João Ingram, presbítero e mártir, que, de origem inglesa, foi ordenado na Basílica de Latrão e exerceu o ministério sacerdotal na Escócia, até que, tendo atravessado a fronteira da Inglaterra, no reinado de Isabel I foi condenado à morte e enforcado por causa do sacerdócio. |
9*. Em Darlington, também na Inglaterra, o Beato Jorge Swallowell, mártir, que, no mesmo ano, foi condenado à morte por se ter reconciliado com a Igreja católica e, apesar de fortemente aterrorizado com as cruéis torturas dos inimigos, fortalecido pela fé, aceitou por Cristo os mais atrozes tormentos. |
10*. Em Lencastre, também na Inglaterra, os beatos Eduardo Thwing, da Ordem dos Pregadores, e Roberto Nutter, presbíteros e mártires, que, depois de terem realizado muitos trabalhos na vinha do Senhor, condenados à morte por serem sacerdotes, consumaram o seu glorioso martírio no reinado de Isabel I. |
11*. Em Londres, também na Inglaterra, o Beato Guilherme Webster, presbítero e mártir, que, depois de ter exercido o ministério durante mais de vinte anos em diversas prisões, no reinado de Carlos I, por ordem do parlamento, foi encarcerado por causa do sacerdócio e consumou o martírio no patíbulo de Tyburn. |
12*. Em Phu Yen, no Anam, hoje no Vietnam, o Beato André, mártir, que era catequista, quando, na perseguição contra a doutrina cristã foi impiamente capturado pelos soldados e derramou o seu sangue por Cristo, como primícias da Igreja nesta terra. |
13*. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, os beatos Marcelo Gauchério Labigne de Regnefort, da Sociedade das Missões, e Pedro José Le Groing de La Romagère, presbíteros e mártires, que, durante a Revolução Francesa, foram capturados – o primeiro na região de Limoges, o segundo na região de Bourges – e encarcerados em condições desumanas em ódio à sua religião. Morreram consumidos pela exaustão e enfermidade. |
14*. Em Orange, também na França, as beatas Maria Margarida Bonnet (Santo Agostinho) e quatro companheiras[1], virgens da Ordem de Santa Úrsula, que sofreram o martírio na mesma perseguição.
[1] São estes os seus nomes: Maria Madalena de Justamont (Catarina de Jesus), Ana Cartier (São Basílio), Maria Clara du Bac (Clara de Santa Rosália), Isabel Teresa Consolin (Coração de Jesus).
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15. Em Lóvere, na Lombardia, região da Itália, Santa Bartolomeia Capitânio, que, juntamente com Santa Vicenta Gerosa, fundou o Instituto da Caridade de Maria Menina e morreu aos vinte e sete anos de idade, vítima da tuberculose e exausta pelo zelo da caridade. |
16*. Em Motril, próximo de Granada, no litoral da Espanha, os beatos Vicente Pinilla, da Ordem dos Agostinhos Recoletos, e Manuel Martin Sierra, presbíteros e mártires, que no dia seguinte ao martírio de cinco companheiros, foram arrebatados da igreja e fuzilados. |
17♦. Em Villanueva del Arzobispo, na Andaluzia, também na Espanha, o Beato Mariano de São José (Tiago Altolaguirre Altolaguirre), presbítero da Ordem da Santíssima Trindade e mártir, que, na mesma perseguição, mereceu receber a sublime palma da glória celeste. |
18♦. Em Castellgali, na Catalunha, também na Espanha, as beatas Reginalda Picas Planas e Rosa Jutglar Gallart, virgens da Congregação das Irmãs Dominicanas da Anunciata e mártires, que, durante a perseguição religiosa, foram encarceradas e depois assassinadas por causa da sua fidelidade a Cristo Esposo. |
19*. No campo de concentração de Dachau, próximo de Munique, na Alemanha, o Beato Tito Brandsma, presbítero da Ordem dos Carmelitas e mártir, de origem holandesa, que, por defender a Igreja e a dignidade do homem, suportou serenamente todo o género de vexames e torturas, manifestando um exemplo de exímia caridade, tanto para com os seus companheiros de prisão como para com os próprios algozes. |
20♦. Em Centonara D´Artò, localidade da provínvia de Novara, na Itália, a Beata Maria Pierina de Micheli (Josefina Maria de Micheli), virgem do Instituto das Filhas da Imaculada Conceição de Buenos Aires. |
21*. Em La Valetta, na ilha de Malta, São Jorge Preca, presbítero, que se dedicou ardorosamente à formação catequética dos jovens e fundou a Sociedade da Doutrina Cristã para dar testemunho da acção providencial da palavra de Deus entre o povo. |