Liturgia diária
Agenda litúrgica
2025-09-20
Sábado da semana XXIV
Santos André Kim Taegon, presbítero, Paulo Chang Hasang,
e companheiros, mártires – MO
Vermelho – Ofício da memória.
Missa da memória.
L 1 1Tm 6, 13-16; Sl 99 (100), 2. 3. 4. 5
Ev Lc 8, 4-15
* Na Diocese do Porto – Aniversário da Ordenação episcopal de D. Manuel da Silva Rodrigues Linda (2009).
* I Vésp. do domingo – Compl. dep. I Vésp. dom.
Missa
Antífona de entrada Cf. Sir 36, 15-16
Dai a paz, Senhor, aos que em Vós esperam
e confirmai a verdade dos vossos profetas.
Escutai a prece dos vossos servos e abençoai o vosso povo.
Oração coleta
Deus criador e guia de todas as coisas,
lançai sobre nós o vosso olhar
e, para sentirmos em nós os efeitos do vosso amor,
dai-nos a graça de Vos servirmos com todo o coração.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
LEITURA (anos ímpares) 1 Tim 6, 13-16
«Guarda este mandamento, até à aparição do Senhor»
A última vinda do Senhor é o termo da nossa esperança: ela há de orientar toda a nossa vida, vivida em fidelidade. É de notar a ligação entre a referência ao testemunho dado por Jesus diante de Pilatos e a sua aparição gloriosa como “Rei dos reis e Senhor dos senhores”. É este o Cristo pascal, nossa única esperança.
Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo a Timóteo
Caríssimo: Ordeno-te na presença de Deus, que dá a vida a todas as coisas, e de Cristo Jesus, que deu testemunho da verdade diante de Pôncio Pilatos: Guarda o mandamento do Senhor, sem mancha e acima de toda a censura, até à aparição de Nosso Senhor Jesus Cristo, a qual manifestará a seu tempo o venturoso e único soberano, Rei dos reis e Senhor dos senhores, o único que possui a imortalidade e habita uma luz inacessível, que nenhum homem viu nem pode ver. A Ele a honra e o poder eterno. Amen.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 99 (100), 2.3.4.5 (R. 2c)
Refrão: Vinde à presença do Senhor
com cânticos de alegria. Repete-se
Aclamai o Senhor, terra inteira,
servi o Senhor com alegria,
vinde a Ele com cânticos de júbilo.
Sabei que o Senhor é Deus,
Ele nos fez, a Ele pertencemos,
somos o seu povo, as ovelhas do seu rebanho. Refrão
Entrai pelas suas portas, dando graças,
penetrai em seus átrios com hinos de louvor,
glorificai-O, bendizei o seu nome. Refrão
Porque o Senhor é bom,
eterna é a sua misericórdia,
a sua fidelidade estende-se de geração em geração. Refrão
ALELUIA cf. Lc 8, 15
Refrão: Aleluia. Repete-se
Felizes os que recebem a palavra de Deus
de coração sincero e generoso
e produzem fruto pela perseverança. Refrão
EVANGELHO Lc 8, 4-15
«A semente que caiu em boa terra são aqueles
que conservam a palavra e dão fruto pela sua perseverança»
Depois da parábola da semente lançada à terra, para explicar aos discípulos o mistério da palavra de Deus e dos frutos que ela produz, Jesus explica porque é que Ele usa este método para desvendar os mistérios do reino de Deus, e, por fim, explica a própria parábola da semente. Esta parábola, por um lado, revela a força divina da palavra de Deus, e, por outro, convida os que a escutam a oferecerem à sementeira dela a terra de um bom coração.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, reuniu-se uma grande multidão, que vinha ter com Jesus de todas as cidades, e Ele falou-lhes por meio da seguinte parábola: «O semeador saiu para semear a sua semente. Quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho: foi calcada e as aves do céu comeram-na. Outra parte caiu em terreno pedregoso: depois de ter nascido, secou por falta de humidade. Outra parte caiu entre espinhos: os espinhos cresceram com ela e sufocaram-na. Outra parte caiu em boa terra: nasceu e deu fruto cem por um». Dito isto, exclamou: «Quem tem ouvidos para ouvir, oiça». Os discípulos perguntaram a Jesus o que significava aquela parábola e Ele respondeu: «A vós foi concedido conhecer os mistérios do reino de Deus, mas aos outros serão apresentados só em parábolas, para que, ao olharem, não vejam, e, ao ouvirem, não entendam. É este o sentido da parábola: A semente é a palavra de Deus. Os que estão à beira do caminho são aqueles que ouvem, mas depois vem o diabo tirar-lhes a palavra do coração, para que não acreditem e se salvem. Os que estão em terreno pedregoso são aqueles que, ao ouvirem, acolhem a palavra com alegria, mas, como não têm raiz, acreditam por algum tempo e afastam-se quando chega a provação. A semente que caiu entre espinhos são aqueles que ouviram, mas, sob o peso dos cuidados, da riqueza e dos prazeres da vida, sentem-se sufocados e não chegam a amadurecer. A semente que caiu em boa terra são aqueles que ouviram a palavra com um coração nobre e generoso, a conservam e dão fruto pela sua perseverança».
Palavra da salvação.
Oração sobre as oblatas
Ouvi, Senhor, com bondade as nossas súplicas
e recebei estas ofertas dos vossos fiéis,
para que os dons oferecidos por cada um de nós,
para glória do vosso nome,
sirvam para a salvação de todos.
Por Cristo nosso Senhor.
Antífona da comunhão Cf. Sl 35, 8
Como é admirável, Senhor, a vossa bondade!
À sombra das vossas asas se refugiam os homens.
Ou: Cf. 1Cor 10, 16
O cálice de bênção é comunhão no Sangue de Cristo;
e o pão que partimos é comunhão no Corpo do Senhor.
Oração depois da comunhão
Concedei, Senhor, que este sacramento celeste
nos santifique totalmente a alma e o corpo,
para que não sejamos conduzidos pelos nossos sentimentos,
mas pela virtude vivificante do vosso Espírito.
Por Cristo nosso Senhor.
Santo
Santos André Kim Tae-gôn, presbítero, Paulo Chông Ha-sang e companheiros, mártires
Martirológio
Memória dos santos André Kim Tae-gon, presbítero, Paulo Chong Ha-sang e companheiros[1], mártires na Coreia. Neste dia veneram-se na mesma celebração todos os cento e três mártires que na Coreia deram testemunho da fé cristã, neste reino introduzida primeiro por iniciativa de alguns leigos fervorosos e depois alimentada e fortalecida pela pregação dos missionários e a celebração dos sacramentos. Todos estes atletas de Cristo – entre os quais três bispos, oito presbíteros e todos os outros leigos: homens e mulheres, casados ou não, anciãos, jovens e crianças – suportando o suplício, consagraram com o seu precioso sangue os primórdios da Igreja na Coreia.
[1] São estes os seus nomes: Simeão Berneux, António Daveluy, Lourenço Imbert, bispos; Justo Ranfer de Bretenières, Luís Beaulieu, Pedro Henrique Dorie, Pedro Maubant, Tiago Chastan, Pedro Aumaître, Martinho Lucas Huin, presbíteros; João Yi Yun-il, André Chong Hwa-gyong, Estêvão Min Kuk-ka, Paulo Ho Hyob, Agostinho Pak Chonwon, Pedro Hong Pyong-ju, Paulo Hong Yong-ju, José Chang Chu-gi, Tomé Son Chason, Lucas Huwang Sok-tu, Damião Nam Myong-hyog, Francisco Ch’oe Kyong-hwan, Carlos Hyon Song-mun, Lourenço Han I-hyong, Pedro Nam Kyong-mun, Agostinho Yu Chin-gil, Pedro Yi Ho-yong, Pedro Son Son-ji, Benedita Hyong Kyong-nyon, Pedro Ch’oe Ch’ang-hub, catequistas; Águeda Yi, Maria Yi In-dog, Bárbara Yi, Maria Won Kwi-im, Teresa Kim Im-i, Columba Kim Hyo-im, Madalena Cho, Isabel Chong Chong Hye, virgens; Teresa Kim, Bárbara Kim, Susana U Sur-im, Águeda Yi Kan-nan, Madalena Pak Pong-son, Perpétua Hong Kum-ju, Catarina Yi, Cecília Yu So-sa, Bárbara Cho Chung-i, Madalena Han Yong-i, viúvas; Madalena Son So-byog, ÁguedaYi Kiong-i, Águeda Kwon Chin-i, João Yi Mun-u, Bárbara Ch’oe Yong-i, Pedro Yu Chong-nyul, João Baptista Nam Chongsam, João Baptista Chon Chang-un, Pedro Ch’oe Hyong, Marcos Chong Ui-bae, Aleixo U Se-yong, António Kim Song-u, Protásio Chong Kuk-bo, Agostinho Yi Kwang-hon, Águeda Kim A-gi, Madalena Kim O-bi, Bárbara Han A-gi, Ana Pak A-gi, Águeda Yi So-sa, Luzia Pak Hui-sun, Pedro Kwon Tu-gin, José Chang Song-jib, Madalena Yi Yong-hui, Teresa Yi Mae-im, Marta Kim Song-im, Luzia Kim, Rosa Kim, Ana Kim Chang-gum, João Baptista Yi Kwang-nyol, João Pak Hu-jae, Maria Pak Kun-a-gi Hui-sun, Bárbara Kwon-hui, Bárbara Yi Chong-hui, Maria Yi Yon-hui, Inês Kim Hyo-ju, Catarina Chong Ch’or-yom, José Im Ch’i-baeg, Sebastião Nam I-gwan, Inácio Kim Che-jun, Carlos Cho Shin-ch’ol, Julieta Kim, Águeda Chon Kyong-hyob, Madalena Ho Kye-im, Luzia Kim, Pedro Yu Taech’ol, Pedro Cho Hwa-so, Pedro Yi Myong-so, Bartolomeu Chong Mun-ho, José Pedro Han Chae-kwon, Pedro Chong Wom-ji, José Cho Yun-ho, Bárbara Ko Sun-i, Madalena Yi Yong-dog.
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2. Em Sínada, na Frígia, hoje Cifitkasaba, na Turquia, São Dorimedonte, mártir. |
3. Em Roma, a comemoração de Santo Eustáquio, mártir, cujo nome é celebrado numa antiga diaconia da cidade. |
4. Em Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia, os santos mártires Hipácio, e Asiano, bispos, e André, presbítero, que, no tempo do imperador Leão o Isáurico, pela defesa das sagradas imagens, depois de cruéis e graves tormentos, foram lançados como alimento aos cães. |
5*. Perto da cidade de Arco, no Trentino, região da Itália, o Beato Adelpreto, bispo, estrénuo defensor dos pobres e crianças e da liberdade da Igreja, que, surpreendido pelas ciladas dos inimigos, foi cruelmente espancado até à morte. |
6*. Em Londres, na Inglaterra, o Beato Tomás Johnson, presbítero da Cartuxa desta cidade e mártir, que, no reinado de Henrique VIII, encarcerado na prisão de Newport por causa da sua fidelidade à Igreja, foi o nono dos seus confrades que ali morreu de fome e enfermidade. |
7*. Em Córdova, na Espanha, o Beato Francisco de Posadas, presbítero da Ordem dos Pregadores, insigne pela sua penitência, humildade e caridade, que durante quarenta anos anunciou a Cristo nesta região. |
8. Na fortaleza de Son-Tay, no Tonquim, agora no Vietnam, São João Carlos Cornay, presbítero da Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris e mártir, que, por decreto do imperador Minh Mang, depois de sofrer cruéis suplícios foi esquartejado e finalmente degolado por causa da fé cristã. |
9. Em Seul, na Coreia, os santos Lourenço Han I-hyong, catequista, e seis companheiros[2], mártires, que morreram por Cristo, enforcados em diversos cárceres. A sua memória celebra-se hoje, juntamente com a dos outros mártires desta região.
[2] São estes os seus nomes: Pedro Nam Kyong-mun, catequista; Teresa Kim Im-i, virgem; Susana U Sur-im e Águeda Yi Kan-nan, viúvas; Catarina Chong Ch’or-yom e José Im Ch’i-nbeg, baptizado no cárcere.
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10. Em Puebla, no México, São José Maria de Yermo y Parres, presbítero, que fundou a Congregação das Servas do Coração de Jesus e dos Pobres, para socorrer os indigentes nas necessidades da alma e do corpo. |
11♦. Em Pozoblanco, perto de Córdova, também na Espanha, a Beata Teresa Cejudo Redondo, mãe de família, cooperadora salesiana e mártir, que, na violenta perseguição contra a Igreja, foi assassinada em ódio à vida religiosa. |
12♦. Em Sittard, na Holanda, a Beata María Teresa de São José (Anna Maria Tauscher van den Bosch), virgem, fundadora da Congregação das Irmãs Carmelitas do Divino Coração de Jesus. |