Liturgia diária
Agenda litúrgica
2025-08-29
Sexta-feira da semana XXI
Martírio de São João Batista – MO
Vermelho – Ofício da memória.
Missa da memória.
L 1 1Ts 4, 1-8; Sl 96 (97), 1 e 2ab. 5-6. 10. 11-12 ou Jr 1, 17-19; Sl 70 (71), 1-2.3-4a.5-6ab.15ab e 17 (apropriada)
Ev Mc 6, 17-29 (próprio)
* Na Ordem de Malta – Martírio de S. João Batista – FESTA
* Na Congregação dos Padres Marianos da Imaculada Conceição – Aniversário da renovação da Congregação (1909).
* Na Congregação das Irmãzinhas dos Pobres – I Vésp. de S. Joana Jugan.
Missa
Antífona de entrada Cf. Sl 85, 1-3
Inclinai o vosso ouvido e atendei-me, Senhor,
salvai o vosso servo, que em vós confia.
Tende compaixão de mim, Senhor, que a Vós clamo o dia inteiro.
Oração coleta
Senhor nosso Deus,
que unis os corações dos fiéis num único desejo,
fazei que o vosso povo ame o que mandais
e espere o que prometeis,
para que, no meio da instabilidade deste mundo,
fixemos os nossos corações
onde se encontram as verdadeiras alegrias.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
LEITURA I (anos ímpares) 1Ts 4, 1-8
«A vontade de Deus é que vos santifiqueis»
A santidade de vida há de manifestar-se em todas as atitudes. S. Paulo recorda, em especial, a pureza e a castidade, bem dignas de serem lembradas no meio de um mundo pagão, então como agora.
Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo
aos Tessalonicenses
Irmãos: Eis o que vos pedimos e recomendamos no Senhor Jesus: Recebestes de nós instruções sobre o modo como deveis proceder para agradar a Deus e assim estais procedendo. Mas continuai a progredir ainda mais, pois conheceis bem as normas que vos demos da parte do Senhor Jesus. A vontade de Deus é que vos santifiqueis, que eviteis a imoralidade, que saiba cada um de vós conservar o seu corpo em santidade e honra, sem se deixar dominar pelas paixões, como os pagãos, que não conhecem a Deus. Ninguém lese ou prejudique seu irmão nesta matéria, pois de tudo isto Se vinga o Senhor, como já vos temos dito e assegurado. Porque Deus não nos chamou a viver na impureza, mas na santidade. Portanto, quem rejeita estas instruções não rejeita um homem mas o próprio Deus, que vos dá o Espírito Santo.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 96 (97), 1 e 2ab.5-6.10.11-12 (R. 12a)
Refrão: Alegrai-vos, justos, no Senhor. Repete-se
O Senhor é rei: exulte a terra,
rejubile a multidão das ilhas.
Ao seu redor nuvens e trevas;
a justiça e o direito são a base do seu trono. Refrão
Derretem-se os montes como cera
diante do Senhor de toda a terra.
Os céus proclamam a sua justiça
e todos os povos contemplam a sua glória. Refrão
O Senhor ama os que detestam o mal,
guarda as almas dos seus fiéis;
o Senhor protege os seus servos
e livra-os das mãos dos ímpios. Refrão
A luz resplandece para os justos
e a alegria para os corações rectos.
Alegrai-vos, ó justos, no Senhor
e louvai o seu nome santo. Refrão
ALELUIA Lc 21, 36
Refrão: Aleluia. Repete-se
Vigiai e orai em todo o tempo,
para vos apresentardes sem temor
diante do Filho do homem. Refrão
EVANGELHO Mt 25, 1-13
«Aí vem o Esposo: ide ao seu encontro»
A parábola das dez virgens é uma das mais célebres para ensinar a vigilância com que a Igreja espera o seu divino Esposo, Cristo Senhor. Esta parábola inspirou as palavras que são ditas quando se entrega a vela acesa ao que acaba de ser batizado. Assim ele é convidado a manter-se vigilante até que o Senhor venha e o convide a entrar consigo para o banquete das núpcias eternas. A parábola não há de ser escutada como aviso assustador, mas antes como convite para a festa nupcial, para as bodas das núpcias do Filho de Deus.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se a dez virgens, que, tomando as suas lâmpadas, foram ao encontro do esposo. Cinco eram insensatas e cinco eram prudentes. As insensatas, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo, enquanto as prudentes, com as lâmpadas, levaram azeite nas almotolias. Como o esposo se demorava, começaram todas a dormitar e adormeceram. No meio da noite ouviu-se um brado: ‘Aí vem o esposo; ide ao seu encontro’. Então, as virgens levantaram-se todas e começaram a preparar as lâmpadas. As insensatas disseram às prudentes: ‘Dai-nos do vosso azeite, que as nossas lâmpadas estão a apagar-se’. Mas as prudentes responderam: ‘Talvez não chegue para nós e para vós. Ide antes comprá-lo aos vendedores’. Mas, enquanto foram comprá-lo, chegou o esposo: as que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial; e a porta fechou-se. Mais tarde, chegaram também as outras virgens e disseram: ‘Senhor, senhor, abre-nos a porta’. Mas ele respondeu: ‘Em verdade vos digo: Não vos conheço’. Portanto, vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora».
Palavra da salvação.
Oração sobre as oblatas
Senhor, que, pelo único sacrifício da cruz,
formastes para Vós um povo de adoção filial,
concedei à vossa Igreja o dom da unidade e da paz.
Por Cristo nosso Senhor.
Antífona da comunhão Cf. Sl 103, 13-15
Encheis a terra, Senhor, com o fruto das vossas obras.
Da terra fazeis brotar o pão e o vinho que alegra o coração do homem.
Ou: Cf. Jo 6, 54
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue
tem a vida eterna, diz o Senhor, e Eu o ressuscitarei no último dia.
Oração depois da comunhão
Realizai plenamente em nós, Senhor,
a ação redentora da vossa misericórdia
e fazei-nos tão generosos e fortes
que possamos agradar-Vos em toda a nossa vida.
Por Cristo nosso Senhor.
Santo
Martírio de são João Batista
Martirológio
Memória do martírio de São João Baptista, que o rei Herodes Antipas fez prisioneiro na fortaleza de Maqueronte, na actual Jordânia, e na festa do seu aniversário, a pedido da filha Herodíades, mandou degolar. Deste modo, o precursor do Senhor, como luz que arde e ilumina, deu testemunho da verdade, tanto na morte como na vida.
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2. Em Sirmion, na Panónia, hoje Sremska Motrovica, na Sérvia, Santa Basila. |
3. Em Roma, a comemoração de Santa Sabina, cujo título fundado no monte Aventino venera o seu nome. |
4. Em Metz, na Gália Bélgica, actualmente na França, Santo Adelfo, bispo. |
5*. No território de Nantes, na Bretanha Menor, hoje também na França, São Vítor, eremita, que viveu recluso num pequeno oratório por ele construído junto de Le Chambon. |
6. Em Londres, na Inglaterra, a comemoração de São Sébio, rei dos Saxões Orientais, devotíssimo a Deus, que, deixando o reino, tomou o hábito monástico e com ele morreu, como tanto desejava. |
7. Em Paris, na Nêustria, na hodierna França, São Mederico, presbítero e abade de Autun, que viveu numa ermida, perto da cidade. |
8*. Em Valência, na Espanha, os beatos mártires João de Perúgia, presbítero, e Pedro de Sassoferrato, religioso, ambos da Ordem dos Menores, que, por terem pregado a fé cristã aos mouros de Valência, foram decapitados por ordem do rei na praça pública, e assim receberam a palma do martírio. |
9*. Em Cracóvia, na Polónia, a Beata Bronislava, virgem da Ordem dos Premonstratenses, que quis seguir uma vida humilde e oculta e, destruído o seu mosteiro pelos Tártaros, continuou a viver a sós com Deus numa cabana. |
10*. Em Lencastre, na Inglaterra, o Beato Ricardo Herst, mártir, pai de família e agricultor, que, falsamente acusado de homicídio, no reinado de Jaime I, foi condenado ao suplício da forca e morreu por Cristo. |
11*. Ao largo de Rochefort, na França, o Beato Luís Vulfilácio Huppy, presbítero e mártir, que, durante a Revolução Francesa, foi encarcerado num sórdido barco em condições desumanas por causa do seu sacerdócio e morreu consumido pelas enfermidades. |
12*. Em Waterfold, na Irlanda, o Beato Edmundo Inácio Rice, que se dedicou com ardorosa diligência à formação das crianças e dos jovens em situações difíceis e, para fortalecer esta obra, fundou a Congregação dos Irmãos Cristãos e a dos Irmãos da Apresentação. |
13*. Em Rennes, na França, Santa Maria da Cruz (Joana Jugan), virgem, que, para mendigar o necessário para os pobres e para Deus, fundou a Congregação das Irmãzinhas dos Pobres e, injustamente afastada da direcção do Instituto, passou o resto da sua vida em oração e humildade. |
14*. Em Valência, na Espanha, o Beato Constantino Fernández Álvarez, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que, em tempo de perseguição religiosa, consumou o seu combate pela fé. |
15*. Em Hijar, localidade próxima de Teruel, também na Espanha, o Beato Francisco Monzón Romeo, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que, na mesma perseguição, confirmou com o seu sangue a fidelidade ao Senhor. |
16*. No campo de concentração de Dachau, próximo de Baviera, na Alemanha, o Beato Domingos Jedrzejewski, presbítero e mártir, que, no furor da guerra, foi deportado da Polónia para um cárcere estrangeiro, onde, depois de cruéis suplícios, morreu por Cristo. |
17*. Em Poznan, na Polónia, a Beata Sancha Szymkowiak (Joanina Szymkowiak), virgem da Congregação das Filhas de Nossa Senhora das Dores, que, durante a violência da mesma guerra, se dedicou com suma diligência ao cuidado dos detidos no cárcere. |
18*. Em Santa Júlia, povoação do Piemonte, na Itália, a Beata Teresa Bracco, virgem e mártir, trabalhadora do campo, que, durante a segunda guerra mundial, por ter defendido corajosamente a sua pureza, foi morta pelos golpes de alguns soldados. |
19♦. Em Ollur, na localidade de Kerala, estado da India, Santa Eufrásia do Sagrado Coração de Jesus (Rosa Eluvathingal), virgem da Congregação da Mãe do Carmelo. |