Liturgia diária

Agenda litúrgica

2026-05-22

Sexta-feira da semana VII

S. Rita de Cássia, religiosa – MF
Branco – Ofício da féria ou da memória.
Missa da féria ou da memória,
pf. pascal ou pf. da Ascensão do Senhor.

L 1: At 25, 13b-21; Sl 102 (103), 1-2. 11-12. 19-20ab
Ev: Jo 21, 15-19

* Na Diocese de Angra – B. João Batista Machado, presbítero e mártir, Padroeiro principal – SOLENIDADE
* Na Arquidiocese de Évora – Aniversário da Dedicação da Igreja Catedral. Na Sé – SOLENIDADE; nas outras igrejas da Arquidiocese – FESTA
* Na Diocese de Bragança-Miranda – Aniversário da criação da Diocese (1545); Comemoração dos Pastores e benfeitores defuntos.
* Na Diocese de Leiria-Fátima – Aniversário da criação da Diocese (1545).
* Na Ordem Agostiniana – S. Rita de Cássia, religiosa – FESTA
* Na Ordem Carmelita, na Ordem dos Carmelitas Descalços e na Congregação dos Missionários do Coração de Maria – S. Joaquina de Vedruna, religiosa, Fundadora das Carmelitas da Caridade – MF, MF e MO
* Na Companhia de Jesus – B. João Batista Machado, presbítero e mártir – MF
* Na Ordem de São Domingos (Porto) – I Vésp. do aniversário da Dedicação da igreja de Cristo-Rei.
* Na Congregação das Beneditinas da Rainha dos Apóstolos – I Vésp. de Nossa Senhora, Rainha dos Apóstolos.
* Nas Congregações e Institutos da Família Paulista – I Vésp. de Nossa Senhora, Rainha dos Apóstolos.

 

Missa

 

Antífona de entrada Ap 1, 5-6
Cristo amou-nos e purificou-nos dos nossos pecados pelo seu Sangue
e fez de nós um reino de sacerdotes para Deus seu Pai. Aleluia.

Oração coleta
Senhor nosso Deus,
que, pela glorificação do vosso Filho
e pela vinda do Espírito Santo,
nos abristes as portas da vida eterna,
concedei que, pela participação de tão grandes dons,
sejamos mais dedicados ao vosso serviço
e vivamos mais plenamente as riquezas da fé.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.


LEITURA I At 25, 13b-21
«Jesus que morreu e que Paulo afirma estar vivo»

De Jerusalém, Paulo foi levado, prisioneiro, para Cesareia marítima. Depois de muitas reuniões tanto de judeus como de romanos, em que aqueles não cessaram de acusar Paulo, compareceu este perante o rei Agripa, de passagem em Cesareia, e a quem o governador Festo resume a história de Paulo numa frase lapidar, cujo sentido ele evidentemente não alcançava, mas que resume toda a fé cristã: “Jesus, que morreu e que Paulo afirma estar vivo”. Desta fé, dá Paulo, agora ali, testemunho em plena sala de audiência do tribunal, antes de o dar noutro tribunal de César, em Roma, para onde apelara.

Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, o rei Agripa e Berenice chegaram a Cesareia e foram apresentar cumprimentos ao governador Festo. Como se demoraram ali muitos dias, Festo expôs ao rei o caso de Paulo, dizendo: «Há aqui um homem, que Félix deixou preso, e contra o qual, estando eu em Jerusalém, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos dos judeus apresentaram queixa, pedindo a sua condenação. Respondi-lhes que não era costume dos romanos conceder a entrega de qualquer homem, antes de o réu ter na sua frente os acusadores e poder defender-se da acusação. Vieram então aqui a Cesareia e, sem mais demoras, logo no dia seguinte, sentei-me no tribunal e mandei comparecer o homem. Postos frente a frente, os acusadores não alegaram nenhum dos crimes de que eu suspeitava. Só tinham com ele discussões acerca da sua religião e especialmente a respeito de um certo Jesus que morreu e que Paulo afirma estar vivo. Eu fiquei embaraçado perante um debate deste género e perguntei-lhe se queria ir a Jerusalém, para lá ser julgado. Mas como Paulo apelou, para que a sua causa fosse decidida pelo imperador, mandei que o conservassem preso, até o enviar a César».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Sal. 102 (103), 1-2.11-12.19-20ab
(R. l9a ou Aleluia)
Refrão: O Senhor tem no Céu o trono da sua glória. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

Bendiz, ó minha alma, o Senhor
e todo o meu ser bendiga o seu nome santo.
Bendiz, ó minha alma, o Senhor
e não esqueças nenhum dos seus benefícios. Refrão

Como a distância da terra aos céus,
assim é grande a sua misericórdia
para os que O temem.
Como o Oriente dista do Ocidente,
assim Ele afasta de nós os nossos pecados. Refrão

O Senhor fixou no Céu o seu trono
e o seu reino estende-se sobre o universo.
Bendizei o Senhor, todos os seus Anjos,
poderosos executores das suas ordens. Refrão


ALELUIA Jo 14, 26
Refrão: Aleluia Repete-se
O Espírito Santo vos ensinará todas as coisas
e vos recordará tudo o que Eu vos disse. Refrão


EVANGELHO Jo 21, 15-19
«Apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas»

As leituras de hoje e de amanhã são o epílogo do Evangelho de S. João, e referem-se a Pedro e a João. Hoje, Jesus confia a Pedro a missão de Pastor supremo da Igreja. E fá-lo depois de três vezes lhe ter pedido uma profissão de amor, certamente em resposta à tríplice negação que ele fizera durante a paixão. Esta profissão de amor será feita, primeiro, com a palavra, mais tarde, será selada com o próprio sangue.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Quando Jesus Se manifestou aos seus discípulos junto ao mar de Tiberíades, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, amas-Me tu mais do que estes?». Ele respondeu-Lhe: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta os meus cordeiros». Voltou a perguntar-lhe segunda vez: «Simão, filho de João, tu amas-Me?». Ele respondeu-Lhe: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas». Perguntou-lhe pela terceira vez: «Simão, filho de João, tu amas-Me?». Pedro entristeceu-se por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez se O amava e respondeu-Lhe: «Senhor, Tu sabes tudo, bem sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: Quando eras mais novo, tu mesmo te cingias e andavas por onde querias; mas quando fores mais velho, estenderás a mão e outro te cingirá e te levará para onde não queres». Jesus disse isto para indicar o género de morte com que Pedro havia de dar glória a Deus. Dito isto, acrescentou: «Segue-Me».
Palavra da salvação.


Oração sobre as oblatas
Olhai benignamente, Senhor,
para a oblação do vosso povo
e fazei que a vinda do Espírito Santo
purifique as nossas consciências
e Vos torne agradável este sacrifício.
Por Cristo nosso Senhor.

Prefácio pascal I-V; ou I-II da Ascensão do Senhor.

Antífona da comunhão Cf. Jo 16, 13
Quando vier o Espírito da verdade, diz o Senhor,
Ele vos ensinará toda a verdade. Aleluia.

Oração depois da comunhão
Senhor nosso Deus,
que nos purificais e alimentais com os santos mistérios,
concedei-nos que o alimento de Vós recebido
seja para nós fonte de vida eterna.
Por Cristo nosso Senhor.

 

 

Santo

Santa Rita de Cássia, religiosa

 

 

Martirológio

Santa Rita de Cássia, religiosa, que, casada com um esposo violento, suportou pacientemente a sua crueldade e o reconciliou com Deus; depois de ter perdido o esposo e os filhos, ingressou no mosteiro de Santo Agostinho em Cássia, na Úmbria, dando a todos exemplo sublime de paciência e compunção.

2.   Na África Setentrional, os santos Casto e Emílio, mártires, que consumaram a sua paixão queimados pelo fogo. Como escreve São Cipriano, a estes santos, vencidos no primeiro embate dos inimigos da fé, o Senhor tornou-os vencedores no segundo combate, de modo que, se antes cederam perante o fogo, finalmente foram mais fortes que o fogo.

3.   Em Comana, no Ponto, hoje Gumenek, na Turquia, São Basilisco, bispo e mártir.

4.   Na ilha da Córsega, região da França, a comemoração de Santa Júlia, virgem e mártir.

5*.   Em Aire-sur-l’Adour, na Aquitânia, hoje na França, Santa Quitéria, virgem.

6.   Em Angoulême, também na Aquitânia, Santo Ausónio, considerado o primeiro bispo desta cidade.

7*.   Em Limoges, na mesma região da Aquitânia, São Lopo, bispo, que aprovou a fundação do mosteiro de Solignac.

8*.   Em Parma, na Emília-Romanha, região da Itália, São João, abade, que, seguindo os conselhos de São Maiolo de Cluny, contribuiu com muitas orientações para promover a observância religiosa no seu mosteiro.

9.   Em Pistóia, na Etrúria, hoje na Toscana, também região da Itália, Santo Atão, bispo, que, depois de ter sido abade da Ordem de Valumbrosa, foi eleito para a sede episcopal de Pistóia.

10*.       Em Florença, também na Etrúria, hoje na Toscana, a Beata Humildade (Rosana), que, com a anuência do esposo, viveu reclusa durante doze anos, e depois, a pedido do bispo, edificou um mosteiro, do qual foi abadessa e que associou à Ordem de Valumbrosa.

11*.   Em Londres, na Inglaterra, o Beato João Forest, presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir, que, no reinado de Henrique VIII, por defender a unidade católica, sofreu o martírio na praça de Smithfield, onde foi queimado vivo juntamente com as imagens sagradas de madeira.

12*.   Em Kori, cidade do Japão, os beatos Pedro da Assunção, da Ordem dos Frades Menores, e João Baptista Machado, da Companhia de Jesus, presbíteros e mártires, que, por exercerem o ministério clandestinamente, foram decapitados em ódio à fé cristã.

13*.   Em Omura, também no Japão, o Beato Matias de Arima, mártir, que era catequista e, por não querer denunciar um missionário, foi torturado até à morte.

14*.   No Aname, no actual Vietnam, São Miguel Ho Dinh Hy, mártir, um mandarim, membro da casa imperial e catequista, que, denunciado por ser cristão, foi atrozmente torturado e finalmente decapitado.

15.   Em An-Xá, cidade do Tonquim, também no actual Vietnam, São Domingos Ngon, mártir, pai de família e agricultor, que se ajoelhou e adorou a cruz que os soldados lhe tinham ordenado calcar e, tendo professado intrepidamente diante do juiz a sua fé cristã, imediatamente foi degolado.

16*.   Em Lucca, na Toscana, região da Itália, a Beata Maria Domingas Brun Barbantíni, religiosa, que fundou a Congregação das Irmãs Ministras dos Enfermos de São Camilo.